Estudo da OMS mostra que país é o nono do mundo em incidência do problema
por Camila Vieira
A alimentação gordurosa é um dos principais fatores da elevação dos níveis de colesterol ruim.
Entre os piores inimigos do bem-estar, está o colesterol alto, que pode levar a doenças cardiovasculares, infarto e até derrame cerebral. Estudos da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que 40% dos brasileiros têm elevados índices de colesterol. Mas não é só isso. O mesmo estudo revela que o Brasil é o nono país com o maior número absoluto de mortes causadas por doenças cardíacas, ficando atrás apenas de países como Índia, China e Paquistão. Então, o que fazer para prevenir os estragos causados pelo colesterol? Será que somente mudanças na alimentação podem dar conta do recado?
Mecanismos como a adoção de uma atividade física freqüente, evitar o consumo de cigarros, controlar o estresse e fazer alterações no cardápio são os principais cuidados apontados pelos especialistas para evitar o alto índice de colesterol. A edição 2005 do programa chamado Atua, de educação continuada para médicos e profissionais da área de saúde interessados em aprimorar seus conhecimentos e se manter em dia com as últimas novidades, foi lançado ontem, no Hotel Blue Tree Towers, no Rio Vermelho.
O colesterol é o principal tipo de gordura no organismo. Ele pode ser encontrado em uma série de alimentos de origem animal, mas o corpo humano também é capaz de produzi-lo, principalmente através do fígado. "Apesar da fama de vilão, é essencial para a saúde, pois trabalha na produção de alguns hormônios, vitamina D e ácidos biliares. Em excesso, porém, aumenta bastante o risco de desenvolvimento de doenças do coração", explica o endocrinologista do Hospital Santo Antônio, Osmário Sales.
Como não se dissolve no sangue, o colesterol precisa se ligar a uma proteína para ser transportado pelo organismo. Dessa combinação de gordura com proteína surgem as lipoproteínas. As mais conhecidas são a LDL, que leva o colesterol do fígado ou do intestino para os tecidos, e a HDL, que faz o trabalho inverso: remove o colesterol dos tecidos e o leva de volta para o fígado, onde será metabolizado e eliminado.
É o primeiro tipo que, em doses mais elevadas, desperta maior preocupação. "O LDL é ruim" porque, durante o transporte para os tecidos, pode se acumular nas paredes das artérias, formando placas que prejudicam a passagem do sangue. "Se essas placas se rompem, podem formar coágulos, que impedem totalmente a circulação do sangue pela artéria. Se for uma artéria do coração, acontece um infarto, se for uma do cérebro, ocorre um derrame", descreve o cardiologista Mário Milton.
Por isso, a melhor maneira de prevenir esses problemas é começar pela mudança dos hábitos alimentares. "A alimentação influencia muito os níveis de colesterol, principalmente pelo tipo de gordura que contém. As gorduras boas (insaturadas) ajudam a reduzir os níveis de colesterol ruim no sangue, enquanto as ruins (saturadas) só colaboram para o aumento desses níveis. Sendo assim, é muito importante reduzir o consumo de alimentos fonte de colesterol na dieta", recomenda a nutricionista, Camila Mendes de Abreu, da Nutrociência Assessoria em Nutrologia, de São Paulo.
O primeiro passo para uma dieta saudável recomendado pela nutricionista é evitar ou pelo menos consumir moderadamente alimentos ricos em colesterol. "O ideal é consumir frutas e hortaliças diariamente, preferir comida assada, grelhada, refogada ou cozida", aconselha. Por isso, a palavra de ordem é: controle. Mantendo o colesterol em níveis moderados, evitam-se as chances de problemas cardiovasculares.
Perigo do sedentarismo
Além da comida, outros fatores também podem complicar a situação do colesterol no sangue. O sedentarismo, por exemplo. Além de estar intimamente ligado ao excesso de peso, que por si só já é um fator de risco para doenças cardiovasculares, a falta de atividade física faz com que o organismo acumule muita gordura, prejudicando a saúde. Adotando a prática regular de exercícios, os níveis de colesterol bom (HDL) aumentam. Outro péssimo hábito, o tabagismo, também tem culpa no cartório. "O fumo induz a uma redução do HDL e, por conta disso, promove uma diminuição no fator de proteção ao coração", ressalta o endocrinologista Osmário Sales.
Por fim, tem também o estresse, que aumenta a freqüência cardíaca e a necessidade de oxigênio no coração, potencializando os riscos de um infarto. É, mas não pense que só adultos sofrem com as idas e vindas dos níveis de colesterol. A garotada também, principalmente por causa do estilo de vida sedentário que vem levando atualmente. Paradas em frente à tevê ou passando horas na frente do computador, as crianças estão mais propensas ao consumo de doces, chocolates, salgadinhos e outras guloseimas, em detrimento de outras opções mais saudáveis. Resultado: vários quilos a mais e colesterol nas alturas.
Apesar de haver complicações do colesterol basicamente por causa do conjunto formado por alimentação inadequada, sedentarismo, fumo e estresse, tem gente que possui colesterol alto por causas genéticas. "As pessoas com esse distúrbio geralmente apresentam comprometimento no metabolismo e na eliminação de gorduras do organismo. Isso faz com que haja concentrações extremamente elevadas de triglicerídeos, acumulando gordura nas artérias, levando a complicações", comenta o endocrinologista.
DICAS
Como evitar o colesterol alto:
Adotar uma atividade física freqüente;
Evitar o uso de cigarros;
Controlar o estresse;
Manter uma dieta saudável.
Como fazer uma dieta saudável:
Consumir frutas e hortaliças diariamente;
Preferir comida assada, grelhada, refogada ou cozida;
Dar preferência a leite e iogurte semi ou desnatados;
Substituir o queijo amarelo pelo minas ou branco;
Trocar a manteiga por margarina;
Usar óleos vegetais de soja, girassol, milho e azeite de oliva;
Adotar o hábito de ingerir fibras e sementes.
Fonte: Jornal Correio da Bahia
quarta-feira, 24 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
O poder dos fitoterápicos
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária regulamentou a produção e a venda de medicamentos fitoterápicos. São aqueles feitos à base de plantas.
Chá de quebra-pedra para inflamações urinárias e para evitar a formação de pedra nos rins. O boldo é indicado para o fígado e famoso por curar ressacas. A folha de alcachofra e a semente de girassol reduzem os níveis do mau colesterol no sangue.
São os poderes terapêuticos das plantas que já foram reconhecidos por muitos médicos. Esses medicamentos naturais sempre foram utilizados de acordo com a sabedoria popular. De agora em diante, o consumidor vai receber uma orientação oficial da Agência de Vigilância Sanitária, que decidiu regulamentar a produção e a comercialização desses produtos.
A Anvisa também estabeleceu o modo de usar cada fitoterápico, para o que serve e possíveis efeitos colaterais. O capim cidreira, por exemplo, é recomendado para cólicas intestinais e uterinas, mas pode aumentar o efeito de medicamentos calmantes.
A arnica é indicada para contusões e hematomas, só que se usada por mais de sete dias pode provocar irritação da pele. O alho ajuda a combater o colesterol alto e atua também como expectorante, mas deve ser evitado por pessoas com gastrite, pouco açúcar no sangue ou pressão baixa. Mais informações no site ANVISA.
Chá de quebra-pedra para inflamações urinárias e para evitar a formação de pedra nos rins. O boldo é indicado para o fígado e famoso por curar ressacas. A folha de alcachofra e a semente de girassol reduzem os níveis do mau colesterol no sangue.
São os poderes terapêuticos das plantas que já foram reconhecidos por muitos médicos. Esses medicamentos naturais sempre foram utilizados de acordo com a sabedoria popular. De agora em diante, o consumidor vai receber uma orientação oficial da Agência de Vigilância Sanitária, que decidiu regulamentar a produção e a comercialização desses produtos.
A Anvisa também estabeleceu o modo de usar cada fitoterápico, para o que serve e possíveis efeitos colaterais. O capim cidreira, por exemplo, é recomendado para cólicas intestinais e uterinas, mas pode aumentar o efeito de medicamentos calmantes.
A arnica é indicada para contusões e hematomas, só que se usada por mais de sete dias pode provocar irritação da pele. O alho ajuda a combater o colesterol alto e atua também como expectorante, mas deve ser evitado por pessoas com gastrite, pouco açúcar no sangue ou pressão baixa. Mais informações no site ANVISA.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Sais Minerais
Os sais minerais são substâncias essenciais ao bom funcionamento do metabolismo, participando da estruturação do organismo (constituindo os ossos) e até mesmo integrando reações direta ou indiretamente vitais, por exemplo, a fotossíntese e a respiração.
Desta forma, esses elementos, cada um apresentando propriedades químicas distintas, com cargas e afinidades moleculares particulares, foram durante milhões de anos se organizando não só na formação física da matéria, mas também compartilhando o complexo arranjo biológico.
Entre os principais elementos minerais importantes aos seres vivos, destacam-se:
- Cálcio → necessário durante o processo de calcificação e manutenção óssea, compondo também a estruturação dos dentes, além de colaborar com a condução de impulsos nervosos e contração muscular;
Fonte: leite e seus derivados (queijo, iogurte) e vegetais com coloração verde escuro.
- Fósforo → auxilia a manutenção óssea, está presente na composição da molécula de DNA, RNA e ATP;
Fonte: carne em geral e legumes.
- Sódio → atua na osmoregulação, difusão dos impulsos nervosos e auxílio no processo de contração muscular.
Fonte: condimento (sal) utilizado no preparo dos alimentos.
- Flúor → proporciona a formação dos dentes e ossos.
Fonte: presente em baixa concentração nos alimentos e adicionada ao fornecimento de água potável.
- Potássio → também participa da osmoregulação, está presente na conformação dos fosfolipídios da membrana plasmática, bem como a transmissão dos impulsos nervosos.
Fonte: frutas, verduras e legumes.
- Ferro → parte integrante da molécula de hemoglobina, responsável pela assimilação e transporte de oxigênio;
Fonte: fígado, vegetais verdes, ovo e legumes.
- Iodo → composição de substâncias hormonais da glândula tireóide;
Fonte: principalmente sal de cozinha enriquecido com iodo.
- Magnésio → presente na molécula de clorofila, proporciona a captação de luminosidade.
Fonte: frutas, cereais, legumes e vegetais.
Desta forma, esses elementos, cada um apresentando propriedades químicas distintas, com cargas e afinidades moleculares particulares, foram durante milhões de anos se organizando não só na formação física da matéria, mas também compartilhando o complexo arranjo biológico.
Entre os principais elementos minerais importantes aos seres vivos, destacam-se:
- Cálcio → necessário durante o processo de calcificação e manutenção óssea, compondo também a estruturação dos dentes, além de colaborar com a condução de impulsos nervosos e contração muscular;
Fonte: leite e seus derivados (queijo, iogurte) e vegetais com coloração verde escuro.
- Fósforo → auxilia a manutenção óssea, está presente na composição da molécula de DNA, RNA e ATP;
Fonte: carne em geral e legumes.
- Sódio → atua na osmoregulação, difusão dos impulsos nervosos e auxílio no processo de contração muscular.
Fonte: condimento (sal) utilizado no preparo dos alimentos.
- Flúor → proporciona a formação dos dentes e ossos.
Fonte: presente em baixa concentração nos alimentos e adicionada ao fornecimento de água potável.
- Potássio → também participa da osmoregulação, está presente na conformação dos fosfolipídios da membrana plasmática, bem como a transmissão dos impulsos nervosos.
Fonte: frutas, verduras e legumes.
- Ferro → parte integrante da molécula de hemoglobina, responsável pela assimilação e transporte de oxigênio;
Fonte: fígado, vegetais verdes, ovo e legumes.
- Iodo → composição de substâncias hormonais da glândula tireóide;
Fonte: principalmente sal de cozinha enriquecido com iodo.
- Magnésio → presente na molécula de clorofila, proporciona a captação de luminosidade.
Fonte: frutas, cereais, legumes e vegetais.
Importância da água para o organismo
A água é o costituinte mais importante do corpo humano: representa entre 45 a 75% do peso corporal. Esta variação depende de:
- Sexo: relativamente à mulher o homem tem mais 15% de água corporal total, a qual constitui 60% do peso. A diferença entre os sexos é devida ao maior teor de gordura habitualmente presente nas mulheres.
- Idade: as crianças têm, em relação ao volume corporal, maior percentagem de água corporal total que os adultos. Ao nascimento, representa cerca de 75% do peso do corpo, diminuindo com a idade.
- Constituição física: esta variação resulta da quantidade de gordura, a qual contém relativamente menos água do que o tecido muscular, contribuindo para o peso sem um aumento proporcional no volume total de água. Assim, as pessoas obesas tendem a ter menor percentagem do peso corporal constituído por água.
A água impregna todos os tecidos. É o meio de transporte dos elementos nutritivos para a célula; transporta as substâncias solúveis que atravessam as membranas celulares devido ao mecanismo das pressões osmóticas.
Os alimentos contêm bastante água ( exemplo bife 65 a 70% de água; maçã 84%; pão 45%). Em média, legumes e frutos têm um teor de água compreendido entre 80 e 95%. A água endógena é formada na combustão dos nutrientes. É o resultado da oxidação e das reacções metabólicas dos diversos constituintes celulares (cadeia respiratória).
Importância da água para o corpo
Água ajuda o corpo ao:
* Manter a temperatura normal.
* Lubrificar e amortecer as articulações.
* Proteger o cordão espinhal e outros tecidos sensíveis.
* Livrar dos resíduos através da urina, transpiração e movimentos do intestino.
Por que é preciso beber água todos os dias?
Água é necessária para repor o que o corpo perde através da funções diárias normais. Perde-se água quando vai ao banheiro, transpira e até em pequenas quantidades quando exala. É preciso repor essa perda a fim de prevenir a desidratação.
O corpo precisa de mais água quando estiver:
* Em clima quente.
* Fisicamente mais ativo.
* Com febre.
* Com diarréia ou vomitando.
- Sexo: relativamente à mulher o homem tem mais 15% de água corporal total, a qual constitui 60% do peso. A diferença entre os sexos é devida ao maior teor de gordura habitualmente presente nas mulheres.
- Idade: as crianças têm, em relação ao volume corporal, maior percentagem de água corporal total que os adultos. Ao nascimento, representa cerca de 75% do peso do corpo, diminuindo com a idade.
- Constituição física: esta variação resulta da quantidade de gordura, a qual contém relativamente menos água do que o tecido muscular, contribuindo para o peso sem um aumento proporcional no volume total de água. Assim, as pessoas obesas tendem a ter menor percentagem do peso corporal constituído por água.
A água impregna todos os tecidos. É o meio de transporte dos elementos nutritivos para a célula; transporta as substâncias solúveis que atravessam as membranas celulares devido ao mecanismo das pressões osmóticas.
Os alimentos contêm bastante água ( exemplo bife 65 a 70% de água; maçã 84%; pão 45%). Em média, legumes e frutos têm um teor de água compreendido entre 80 e 95%. A água endógena é formada na combustão dos nutrientes. É o resultado da oxidação e das reacções metabólicas dos diversos constituintes celulares (cadeia respiratória).
Importância da água para o corpo
Água ajuda o corpo ao:
* Manter a temperatura normal.
* Lubrificar e amortecer as articulações.
* Proteger o cordão espinhal e outros tecidos sensíveis.
* Livrar dos resíduos através da urina, transpiração e movimentos do intestino.
Por que é preciso beber água todos os dias?
Água é necessária para repor o que o corpo perde através da funções diárias normais. Perde-se água quando vai ao banheiro, transpira e até em pequenas quantidades quando exala. É preciso repor essa perda a fim de prevenir a desidratação.
O corpo precisa de mais água quando estiver:
* Em clima quente.
* Fisicamente mais ativo.
* Com febre.
* Com diarréia ou vomitando.
Vitaminas do Complexo B
O complexo B compreende diversas substâncias que apresentam as características de se diferenciarem em sua estrutura química, em suas ações biológicas e terapêuticas e no teor de suas necessidades nutricionais. A característica em comum é que são hidrossolúveis e que suas fontes habituais são representadas pelo fígado e o as leveduras (levedo de cerveja).
As vitaminas do complexo B ajudam a manter a saúde dos nervos, pele, olhos, cabelos, fígado e boca, assim como a tonicidade muscular dos aparelho gastrintestinal. As vitaminas do complexo B são coenzimas envolvidas nas produção de energia e podem ser úteis nos casos de depressão e ansiedade. As vitaminas do complexo B devem sempre ser ingeridas juntas, mas uma determinada vitamina B poder ser consumida de duas a três vezes mais do que outra na tratamento de um determinado problema.
Vitamina B1 (Tiamina)
A tiamina melhora a circulação e ajuda a produção de ácido clorídrico, a formação de sangue e o metabolismo de carboidratos. A tiamina afeta a energia, os problemas de crescimento e a capacidade de aprendizado e é necessária para a tonicidade muscular normal dos intestinos, estômago e coração.
Vitamina B2 (Riboflavina)
A riboflavina é necessária para a formação de hemácias, produção de anticorpos, respiração celular e crescimento. Alivia a fadiga ocular (vista cansada) e é importante na prevenção e tratamento da catarata. Ajuda no metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas.
Vitamina B3 (Niacina, Niacinamida, Ácido Nicotínico)
A vitamina B3 é necessária para a circulação adequada e pele saudável. Vitamina B3 ajuda no funcionamento do sistema nervoso, no metabolismo de carboidratos, lipídeos e proteínas e na produção de ácido clorídrico para o sistema digestivo. A niacina reduz o colesterol e melhora a circulação. A vitamina B3 também é eficaz no tratamento da esquizofrenia e outras doenças mentais.
Ácido Pantotênico (B5)
Conhecido com a vitamina "antiestresse", o ácido pantotênico atua na produção dos hormônios supra-renais e na formação de anticorpos, auxilia a utilização de vitaminas a conversão de lipídeos, carboidratos e proteínas em energia. Esta vitamina é necessária para produzir esteróides vitais e cortisona na glândula supra-renal e é um elemento essencial da coenzima A.
Vitamina B6 (Piridoxina)
A piridoxina participa de mais funções orgânicas do que qualquer outro nutriente isolado. Afeta tanto a saúde física quanto a saúde mental. É benéfica se você sofre de retenção de líquido.
Vitamina B12 (Cianocobalamina)
A vitamina B12 é necessária para prevenir anemia. Auxilia a formação e longevidade das células. Essa vitamina também é necessária à digestão apropriada, absorção dos alimentos, síntese de proteínas e metabolismo de carboidratos e lipídeos. Além disso, a vitamina B12 previne danos aos nervos, mantém a fertilidade e promove o crescimento e desenvolvimento normais.
Biotina
A biotina ajuda no crescimento celular, produção de ácidos graxos, metabolismo de carboidratos, lipídeos e proteínas e utilização das vitaminas do complexo B. Quantidades suficientes são necessárias para a saúde dos cabelos e pele. A biotina pode evitar a queda de cabelos em alguns homens.
Colina é necessária a transmissão nervosa, regulação biliar e funcionamento do fígado e formação de lecetina. Minimiza o excesso de gordura no fígado, ajuda a produção de hormônio e é necessária ao metabolismo de lipídeos e colesterol. Sem colina o funcionamento do cérebro e memória ficam prejudicados.
Ácido Fólico
Considerado um alimento para o cérebro, o ácido fólico é necessário à produção de energia e formação das hemácias.
PABA (Ácido Paraaminobenzóico)
O Paba é um dos constituintes básicos do ácido fólico e também auxilia a utilização do ácido pantotênico. Esse antioxidante ajuda a proteger contra queimaduras do sol e câncer de pele, atua como coenzima na quebra e utilização de proteína e ajuda a formação de hemácias.
As vitaminas do complexo B ajudam a manter a saúde dos nervos, pele, olhos, cabelos, fígado e boca, assim como a tonicidade muscular dos aparelho gastrintestinal. As vitaminas do complexo B são coenzimas envolvidas nas produção de energia e podem ser úteis nos casos de depressão e ansiedade. As vitaminas do complexo B devem sempre ser ingeridas juntas, mas uma determinada vitamina B poder ser consumida de duas a três vezes mais do que outra na tratamento de um determinado problema.
Vitamina B1 (Tiamina)
A tiamina melhora a circulação e ajuda a produção de ácido clorídrico, a formação de sangue e o metabolismo de carboidratos. A tiamina afeta a energia, os problemas de crescimento e a capacidade de aprendizado e é necessária para a tonicidade muscular normal dos intestinos, estômago e coração.
Vitamina B2 (Riboflavina)
A riboflavina é necessária para a formação de hemácias, produção de anticorpos, respiração celular e crescimento. Alivia a fadiga ocular (vista cansada) e é importante na prevenção e tratamento da catarata. Ajuda no metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas.
Vitamina B3 (Niacina, Niacinamida, Ácido Nicotínico)
A vitamina B3 é necessária para a circulação adequada e pele saudável. Vitamina B3 ajuda no funcionamento do sistema nervoso, no metabolismo de carboidratos, lipídeos e proteínas e na produção de ácido clorídrico para o sistema digestivo. A niacina reduz o colesterol e melhora a circulação. A vitamina B3 também é eficaz no tratamento da esquizofrenia e outras doenças mentais.
Ácido Pantotênico (B5)
Conhecido com a vitamina "antiestresse", o ácido pantotênico atua na produção dos hormônios supra-renais e na formação de anticorpos, auxilia a utilização de vitaminas a conversão de lipídeos, carboidratos e proteínas em energia. Esta vitamina é necessária para produzir esteróides vitais e cortisona na glândula supra-renal e é um elemento essencial da coenzima A.
Vitamina B6 (Piridoxina)
A piridoxina participa de mais funções orgânicas do que qualquer outro nutriente isolado. Afeta tanto a saúde física quanto a saúde mental. É benéfica se você sofre de retenção de líquido.
Vitamina B12 (Cianocobalamina)
A vitamina B12 é necessária para prevenir anemia. Auxilia a formação e longevidade das células. Essa vitamina também é necessária à digestão apropriada, absorção dos alimentos, síntese de proteínas e metabolismo de carboidratos e lipídeos. Além disso, a vitamina B12 previne danos aos nervos, mantém a fertilidade e promove o crescimento e desenvolvimento normais.
Biotina
A biotina ajuda no crescimento celular, produção de ácidos graxos, metabolismo de carboidratos, lipídeos e proteínas e utilização das vitaminas do complexo B. Quantidades suficientes são necessárias para a saúde dos cabelos e pele. A biotina pode evitar a queda de cabelos em alguns homens.
Colina é necessária a transmissão nervosa, regulação biliar e funcionamento do fígado e formação de lecetina. Minimiza o excesso de gordura no fígado, ajuda a produção de hormônio e é necessária ao metabolismo de lipídeos e colesterol. Sem colina o funcionamento do cérebro e memória ficam prejudicados.
Ácido Fólico
Considerado um alimento para o cérebro, o ácido fólico é necessário à produção de energia e formação das hemácias.
PABA (Ácido Paraaminobenzóico)
O Paba é um dos constituintes básicos do ácido fólico e também auxilia a utilização do ácido pantotênico. Esse antioxidante ajuda a proteger contra queimaduras do sol e câncer de pele, atua como coenzima na quebra e utilização de proteína e ajuda a formação de hemácias.
Vitamina K
FUNÇÃO
O principal papel da vitamina K é na modificação pós translacional de vários fatores de coagulação do sangue, onde serve como coenzima na carboxilação de certos resíduos de ácido glutâmico presentes nestas proteínas. A vitamina K existe várias formas, por exemplo em plantas como filoiquinona (ou vitamina K1) e na flora bacteriana intestinal como menaquinona (ou vitamina K2). Para terapia existe um derivado sintético da vitamina K1 a menadiona. Em animais, como no homem, não exerce atividade farmacológica, quando sadios, porém, quando estes apresentam sua deficiência, a filoquinona exerce funções importantes como na biossíntese da protombina no fígado. A protombina é indispensável na coagulação do sangue. Controla hemorragias e sangramentos internos. É anti-hemorrágico.
A absorção da vitamina K é feita no intestino de modo idêntico ao das gorduras, necessitando da presença da bile, sendo que a absorção varia muito, dependendo de seu grau de solubilidade. É transportada do intestino para o sistema linfático e após algumas horas quantidades apreciáveis de vitamina K aparecem no fígado, rim, pele, músculos, coração, apresentando seu máximo de concentração no sangue cerca de duas horas após a administração oral, e isso é seguido por uma rápida queda do índice inicial. A vitamina K não se estoca no organismo, armazenado-se no fígado em pequena proporção, ocorrendo síntese bacteriana no intestino do homem, fornecendo desta forma fonte dessa vitamina.
DEFICIÊNCIA
Uma verdadeira deficiência de vitamina K é incomum, pois quantidades adequadas geralmente são produzidas pelas bactérias intestinais ou obtidas na dieta. Se a população no intestino está diminuída, por exemplo por antibióticos, a quantidade de vitamina formada endogenamente está reduzida e pode levar a hipoprotrombinemia no indivíduo levemente desnutrido. Esta condição pode exigir suplementação com vitamina K para corrigir a tendência ao sangramento. Há aumento no tempo de coagulação no sangue. Os recém nascidos têm intestinos estéreis e inicialmente não podem sintetizar vitamina K, o qual é recomendado que todos os neonatos recebam uma dose única intramuscular de vitamina K como profilaxia contra as doenças hemorrágicas.
EXCESSO
A administração prolongada de grandes doses de vitamina K pode produzir anemia hemolítica e icteríciano latente, hernicterus em crianças devido a efeitos tóxicos sobre a membrana das hemáceas.
FONTES
Também é produzido pela flora intestinal equilibrada. São encontrados em vegetais de folhas verdes, cabeça da cenoura, arroz integral, ervilha, couve-flor, aveia, tomate, ovo, óleos não-refinados, morango, algas, alfafa e iogurte. Fígado, leite e nabo.
O principal papel da vitamina K é na modificação pós translacional de vários fatores de coagulação do sangue, onde serve como coenzima na carboxilação de certos resíduos de ácido glutâmico presentes nestas proteínas. A vitamina K existe várias formas, por exemplo em plantas como filoiquinona (ou vitamina K1) e na flora bacteriana intestinal como menaquinona (ou vitamina K2). Para terapia existe um derivado sintético da vitamina K1 a menadiona. Em animais, como no homem, não exerce atividade farmacológica, quando sadios, porém, quando estes apresentam sua deficiência, a filoquinona exerce funções importantes como na biossíntese da protombina no fígado. A protombina é indispensável na coagulação do sangue. Controla hemorragias e sangramentos internos. É anti-hemorrágico.
A absorção da vitamina K é feita no intestino de modo idêntico ao das gorduras, necessitando da presença da bile, sendo que a absorção varia muito, dependendo de seu grau de solubilidade. É transportada do intestino para o sistema linfático e após algumas horas quantidades apreciáveis de vitamina K aparecem no fígado, rim, pele, músculos, coração, apresentando seu máximo de concentração no sangue cerca de duas horas após a administração oral, e isso é seguido por uma rápida queda do índice inicial. A vitamina K não se estoca no organismo, armazenado-se no fígado em pequena proporção, ocorrendo síntese bacteriana no intestino do homem, fornecendo desta forma fonte dessa vitamina.
DEFICIÊNCIA
Uma verdadeira deficiência de vitamina K é incomum, pois quantidades adequadas geralmente são produzidas pelas bactérias intestinais ou obtidas na dieta. Se a população no intestino está diminuída, por exemplo por antibióticos, a quantidade de vitamina formada endogenamente está reduzida e pode levar a hipoprotrombinemia no indivíduo levemente desnutrido. Esta condição pode exigir suplementação com vitamina K para corrigir a tendência ao sangramento. Há aumento no tempo de coagulação no sangue. Os recém nascidos têm intestinos estéreis e inicialmente não podem sintetizar vitamina K, o qual é recomendado que todos os neonatos recebam uma dose única intramuscular de vitamina K como profilaxia contra as doenças hemorrágicas.
EXCESSO
A administração prolongada de grandes doses de vitamina K pode produzir anemia hemolítica e icteríciano latente, hernicterus em crianças devido a efeitos tóxicos sobre a membrana das hemáceas.
FONTES
Também é produzido pela flora intestinal equilibrada. São encontrados em vegetais de folhas verdes, cabeça da cenoura, arroz integral, ervilha, couve-flor, aveia, tomate, ovo, óleos não-refinados, morango, algas, alfafa e iogurte. Fígado, leite e nabo.
Vitamina E
Função
Antiesterilidade, garantir o bom funcionamento dos órgãos genitais do homem e da mulher, auxilia a fertilidade, garantir melhor aproveitamento dos alimentos. Antioxidante, favorece o metabolismo muscular, previne danos à membrana celular, ao inibir a peroxidação lipídica e sua deficiência afeta os processos de recuperação. A vitamina E evita a peroxidação de ácidos graxos poliinsaturados que ocorrem em membranas por todo o corpo. Regenera tecidos. Sua ação antioxidante ajuda a combater os radicais livres. Ajuda na circulação e aumenta os glóbulos vermelhos. Importante para a pele, órgãos reprodutores e músculos. Previne doenças cardiovasculares.
SINAIS DE DEFICIÊNCIA
A deficiência de vitamina E resulta na degeneração das colunas posteriores da medula e de células nervosas das raízes dos gânglios dorsais (degeneração neural seletiva). A vitamina E é a menos tóxica das vitaminas lipossolúveis. Perturbações nos órgão genitais do homem e da mulher (atrofia testicular), reabsorção fetal, anormalidade embrionária. Mau aproveitamento dos alimentos no organismo. Atrasos de crescimento, anemia, lentidão mental, destruição das células vermelhas do sangue, músculos lassos, fragilidade muscular, deposição ceróide no músculo liso, distrofia muscular, creatinúria, hemólise, sintomas de envelhecimento, desordens da probrombina do sangue. Encefalomalácia e necrose hepática. Interrupção da espermatogênese, abortamento.
Anticoncepcionais, óleos minerais, álcool, poluição do ar e água clorada podem causar deficiência de vitamina E no organismo.
EXCESSO
Está em estudo se superdoses de vitamina E podem prevenir doenças do coração, câncer, mal de Parkinson, cataratas e se ajudam na recuperação pós-infarto. Efeito coagulante e prolongamento do tempo de coagulação sangüínea.
FONTES
Verduras de folhas (alface), espinafre, agrião, óleos vegetais (de algodão, milho, azeite de dendê), ovos, germe de trigo, semente de girassol, algodão e soja, óleo de semente de açafrão, óleo de soja, azeite de oliva, banana, couve, manteiga, nozes, carnes, amendoim, óleo de coco, gergelim e linhaça. Óleo de fígado e peja possuem quantidade insignificante de vitamina E. Azeite de oliva, banana, couve, manteiga, nozes, carnes, amendoim. Óleo de coco, amendoim, gergelim e linhaça.
Antiesterilidade, garantir o bom funcionamento dos órgãos genitais do homem e da mulher, auxilia a fertilidade, garantir melhor aproveitamento dos alimentos. Antioxidante, favorece o metabolismo muscular, previne danos à membrana celular, ao inibir a peroxidação lipídica e sua deficiência afeta os processos de recuperação. A vitamina E evita a peroxidação de ácidos graxos poliinsaturados que ocorrem em membranas por todo o corpo. Regenera tecidos. Sua ação antioxidante ajuda a combater os radicais livres. Ajuda na circulação e aumenta os glóbulos vermelhos. Importante para a pele, órgãos reprodutores e músculos. Previne doenças cardiovasculares.
SINAIS DE DEFICIÊNCIA
A deficiência de vitamina E resulta na degeneração das colunas posteriores da medula e de células nervosas das raízes dos gânglios dorsais (degeneração neural seletiva). A vitamina E é a menos tóxica das vitaminas lipossolúveis. Perturbações nos órgão genitais do homem e da mulher (atrofia testicular), reabsorção fetal, anormalidade embrionária. Mau aproveitamento dos alimentos no organismo. Atrasos de crescimento, anemia, lentidão mental, destruição das células vermelhas do sangue, músculos lassos, fragilidade muscular, deposição ceróide no músculo liso, distrofia muscular, creatinúria, hemólise, sintomas de envelhecimento, desordens da probrombina do sangue. Encefalomalácia e necrose hepática. Interrupção da espermatogênese, abortamento.
Anticoncepcionais, óleos minerais, álcool, poluição do ar e água clorada podem causar deficiência de vitamina E no organismo.
EXCESSO
Está em estudo se superdoses de vitamina E podem prevenir doenças do coração, câncer, mal de Parkinson, cataratas e se ajudam na recuperação pós-infarto. Efeito coagulante e prolongamento do tempo de coagulação sangüínea.
FONTES
Verduras de folhas (alface), espinafre, agrião, óleos vegetais (de algodão, milho, azeite de dendê), ovos, germe de trigo, semente de girassol, algodão e soja, óleo de semente de açafrão, óleo de soja, azeite de oliva, banana, couve, manteiga, nozes, carnes, amendoim, óleo de coco, gergelim e linhaça. Óleo de fígado e peja possuem quantidade insignificante de vitamina E. Azeite de oliva, banana, couve, manteiga, nozes, carnes, amendoim. Óleo de coco, amendoim, gergelim e linhaça.
Assinar:
Postagens (Atom)